quarta-feira, 18 de julho de 2018

Os Incríveis II: Uma Opinião



"Essa aqui é a sessão dos Incríveis?"
"É sim. Não vê que só tem adulto?"


Finalmente assisti Os Incríveis II! Eu devo dizer que a espera de 14 anos valeu muito a pena! Normalmente há um certo temos com relação a continuações, especialmente se o primeiro filme foi fenomenal como é o caso dos Incríveis, os fãs prendem a respiração pensando se haverá perda de qualidade, se as coisas continuarão com sentido, se os personagens continuarão cativando, se a história será boa ou vai divergir muito da original, contudo devo dizer que esse filme fez a gente perder o fôlego, mas de emoção.

Tentando dar o menos de spoilers possíveis, não surpresa o filme começa com a família de super heróis enfrentando um vilão. Considerando que pegaram o gancho da cena final do primeiro filme, você logo já se sente mais a vontade e entra no clima. Lógico que como foi visto nos trailers, os
heróis ainda tem um sério problema com a legalidade, eles ainda não estão com a bola toda e ainda passam por perrengues ditos de "civis" como necessidade de pagar contas e falta de uma moradia própria. Todavia, só porque eles estão ilegais isso nem de longe significa que eles não tenham simpatizantes. E graças a um deles, rico empresário, que lhes fornece não só simpatia mas recursos, há ali uma brecha para que os heróis finalmente voltem a ativa.

Durante a produção do longa, saíram várias notícias de que este filme seria focado na Mulher Elástica. Não gosto dos neologismos e expressões que se tornaram até xinfrins de tão mencionadas como "emponderamento", "desconstrução" dentre outras, contudo gostei da nova conjuntura que foi mostrada neste novo filme. A Mulher Elástica nunca deixou de ser heroína, forte, valente, ela só agregou outras responsabilidades tão intensas quanto bater nos bandidos. E neste novo enredo, ao ser escolhida como heroína principal ao invés do Senhor Incrível para ser o rosto desse processo de "volta dos heróis à ativa" inicia-se uma nova conjuntura e novos aprendizados não só para ela mas para toda a família.

Ela já tinha momentos fascinantes no primeiro filme ao demonstrar seus poderes, neste segundo a vemos de uma forma bem mais ativa, versátil, mostrando tudo que consegue fazer que vai além do simples fato de se esticar. Ela é astuta, um equilíbrio entre a furtividade e liderança, força e ao mesmo tempo instinto de cuidado para com os cidadãos, talvez tenha sido isso que o empresário estava pensando quando quis que ela fosse o rosto nesse processo rumo a legalidade.

E quanto ao Sr. Incrível? Lógico que ser "preterido" em relação a esposa feriu o orgulho dele. Afinal, ele era o cara que levantava trens, carregava caminhões, quase indestrutível, foi meio complicado para seus brios ouvir que nesse caso sua esposa era melhor opção que ele. Mas ainda que houvesse a questão do orgulho ferido, ele percebeu logo que havia outras questões além do combate ao crime que naquele momento em que sua mulher estava ausente também precisavam ser resolvidas: uma casa e três crianças para cuidar. Incluindo um bebê que se revela um combo de poderes.

No momento em que a Mulher Elástica diz: "Tchau Amor" e sai em sua moto, ele ali se vê com uma missão que também exige que seja incrível. Lógico que houve dificuldades iniciais já que é notório que a família ainda adotava o velho sistema de que a mulher acabava com a maior parte das responsabilidades da casa e filhos, contudo ele enquanto pai ainda que aos trancos e barrancos foi aprendendo. De saber lidar com as crises adolescentes da filha Violeta até a aprender a fatídica matemática, que havia mudado por completo, de modo que pudesse ajudar seu filho Flecha para a prova. Ele era muito parceiro de sua esposa no combate ao crime, mas neste filme aprendeu bem mais sobre parceria no lar, inclusive percebendo que teria que dar conta da missão doméstica para que a heroína conseguisse dar conta da missão heróica sem preocupações.


As crianças neste filme mostram alguns outros pontos mais pessoais. Violeta precisa lidar com suas inseguranças adolescentes, Flecha fica um pouco mais de lado dando mais um alívio cômico com suas piadas, porém indiscutivelmente, desde os trailers o grande destaque foi o bebê Zezé. Ele mesmo que de uma forma caricata mostra o que os bebês são: seres pequenos, fofos, que sim dão trabalho mas que a cada momento mostram uma surpresa diferente que obriga a todos a sua volta a se adaptarem a elas. Em conjunto, as crianças se mostraram heróis muito bons, fica até mesmo uma brecha que estimula a imaginação dos fãs de pensarem em como esse trio funcionaria quando mais velho e totalmente seguro com relação aos seus poderes.


Um bom filme com heróis precisa ter um vilão, já ouvi que para toda a pompa que o filme sugeria, o vilão teria sido um tanto raso. Eu pessoalmente achei um vilão simples mas com boa motivação (que eu não vou contar, sem spoilers), uma visão que de fato faz sentido e até mesmo deixa você pensativo e com séria auto crítica depois de ouvir, eu pelo menos fiquei. Talvez o vilão deste filme tenha vindo com essa proposta, de mostrar algumas coisas que ficam meio escondidas sob nossa empolgação quando vemos os super heróis em ação.

Creio que o filme como um todo fez muito jus a tudo que esperávamos dele. Vou pegar um trecho de uma fala do youtuber Imaginago em seu vídeo resenha: "Os Íncríveis é um filme com super heróis,
não de super heróis. É um filme sobre família. E eu quero Os Íncríveis 3. E eu não vou esperar 14 anos de novo!". Isso traduz muito de minha opinião desde o primeiro filme, fica claro que mesmo sendo uma família composta por pessoas com poderes incríveis, ainda aborda em muito mais peso a família e as questões que a envolvem. Filhos, casa, trabalho, tarefas domésticas, problemas no casamento... E neste segundo filme abordou maciçamente a questão de como um casal precisa ser parceiro na divisão de tarefas de um lar, que há a questão do trabalho de diferentes nuances mas que eles precisam, ambos participarem. Digo sem reservas que Os Íncríveis II, um filme com super heróis, animação, com uma família tradicional mostrou e ensinou muito mais de igualdade entre os sexos do que muitos textos gigantes que são vistos e compartilhados em redes sociais. E recomendo altamente esse filme por isso, para que as crianças aprendam que super poderes podem ir além de voar, soltar raios com os olhos, super velocidade... E pra falar a verdade, que até os adultos percebam isso também.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Casamento não é casaca nem status


O mês de junho está acabando porém as festas juninas sempre trazem a tona um dos santos mais populares de junho, o Santo Antônio. Sempre digo que Santo Antônio é um dos santos que mais sofre, as moças tão ávidas em conhecer uma pessoa ou de algum modo permanecerem com a que está com elas, fazem de tudo com o santinho para conseguir isso. Colocam ele de cabeça pra baixo, no congelador, hoje em dia ele está sendo arremessado ao invés de buquês nas festas de casamento. Contudo já havia dito antes que mesmo ele só vai ajudar quem estiver pronto pra isso. Estar apaixonado e amando alguém é um sentimento muito bonito, porém o tempo quando auxilia o casal a criar raízes implica também em grandes responsabilidades e seriedades. Casar é algo que é mais do que uma festa bonita, vestido chique, pessoas se esmagando pra pegar o Santo Antônio ou o cravo, é uma parceria além das que normalmente se tem.

Em algumas eras passadas casamento tinha muito a ver com status. O cara podia ser o maior boêmio mas se estivesse casado já era visto como alguém mais responsável pela família, pelos pais, até mesmo pelo chefe. Ainda que muitos continuassem sendo boêmios e displicentes, o casamento dava um upgrade na imagem mesmo assim. Para as moças era como uma garantia de que estariam amparadas quando os pais se fossem, era como trocar de tutor. Nesses mesmos tempos, se você estivesse na casa dos 20 e não tivesse uma esposa grávida em casa, um marido e uma casa pra cuidar e sustentar era bem capaz de seus pais chorarem escondidos no quintal achando que falharam em algum momento com você.

Muitos ainda hoje tratam maridos e esposas como algum tipo de status, algo pra mostrar para os amigos ou como se os parceiros fossem algum tipo de adorno para causar inveja nos demais. Lógico que cada um tem suas motivações contudo, como tudo na vida, casar também precisa ter as motivações certos, caso contrario a chance de dar errado é grande. E isso vale também para o contrário, quando se colocam motivações absurdas e sem sentido para não casar e se acha muito superior por isso.

Creio que casamento é algo cujo significado é bem mais embaixo do que parece. Vai muito além de pegar Santos Antônios, vestidos feitos na estilista mais top da cidade, uma festa pomposa na recepção mais cara, isso é só a ponta do iceberg. Casamento tem a ver com o tempo. O tempo que ai levar pra você se acostumar com os arrotos e peidos do outro, o tempo que vai levar até vocês aprenderem a lidar com defeitos um do outro, dividirem tarefas e ainda saber que vão ter dias de cão e outros que vão precisar conservar o bom humor pra não acabar em um pedido de divórcio.

Por tudo isso acho que mais do que encontrar alguém compatível, é preciso saber se a pessoa com quem você está é alguém com o qual consegue se imaginar rindo daqui a algumas décadas, rindo dos dentes caindo, das mesmas piadas e de como a geração atual parece estranha. O casamento por si só tende a uma rotina, a vida adulta individual é assim, casar são dois adultos juntos debaixo de uma mesmo teto. Logo, será que a pessoa com quem está é alguém divertido o bastante que vai conservar os risos e brincadeiras por anos a fio? Sempre digo que os mais divertidos são os melhores. O casamento vai tender a se tornar um mar de "precisamos de uma nova geladeira", "pode pegar as crianças?", "tira o frango do congelador" e "pague a conta de luz" então se a pessoa com quem você estiver for o cúmulo da normalidade e clichê, fatalmente tudo pode se tornar metódico e enfadonho. Se for o contrário, mesmo com essa enxurrada, a parte do riso permanecerá. Talvez por isso, numa perspectiva exclusivamente pessoal, não consigo me enxergar com alguém da mesma área profissional que eu. Acho que a reciclagem do casal vem através das ideias que ele troca sobre o que convivem com o mundo de fora, se ambos convivem com as mesmas coisas, nos mesmos lugares parece bem enfadonho imaginar isso. Como dois dentistas que passam o dia inteiro analisando dentes e ao chegar em casa vão discutir casos e falar sobre a mais moderna prótese dentária lançada no mercado.

Provavelmente os casais mais felizes são aqueles que conseguiram enxergar além de um único momento ou além dos momentos felizes. A felicidade em si por vezes é difícil, especialmente quando fatalmente é necessário lidar com outros em um mundo que tem dias que prece estar contra, dificilmente se fica inerte a isso ao ponto de se deixar tudo do lado de fora da sua porta e paredes no momento em que se entra em casa. Então, talvez nesses momentos turbulentos e de abalo de pilastras
é que a união e o quanto amadureceram a ideia de parceria se põe a prova, é que se vê se tudo não passou de uma super festa, vinhos e sorrisos ou se foram firmadas estacas firmes, afinal "casamento" é uma palavra que possui uma origem relacionada com "casa" ou "lar", logo, o ato de se casar tem a ver com duas pessoas que precisam lidar uma com a outra e evoluir com isso.

Ao longo das eras o ato de se casar evoluiu bastante, seja no modo como é feito, nas roupas, estilo de festa, só que primordialmente não mudou o significado e objetivo: ser feliz e evoluir mais ainda como pessoa. Quando se casa você escolhe alguém pra dividir essas conquistas e ficar feliz pelo outro quando ele também conquista coisas por si mesmo. É algo muito pessoal e intrínseco, que o mundo exterior até pode ver, porém no fim é sobre duas pessoas, assim, com parceria, amor, compreensão se consegue construir um chamado bom casamento, ou melhor, um lar.


terça-feira, 26 de junho de 2018

Maquiagem para a copa - Super Verde amarela!



Eu sei que vou de gol em gol! Eu não vou mentir e dizer que eu sou a melhor torcedora do mundo, porém é fato que de alguma forma a copa contagia você, afinal você confraterniza mais com as pessoas, com a família, é como se todo mundo em maior ou menor grau se juntasse. Lógico que nos jogos se você está em casa vale uma caracterização especial, eu fiz um outfit no primeiro jogo com as cores da bandeira, porque havia perdido minha camisa (XD), porém mais que o outfit, uma make especial também pode ser usada pra dar um up. E nesse vídeo ensino como fazer aquela make super bacana pra gritar GOOOOOL!




  • PELE
- Primer Miss Rôse
- Base matte Avon true color
- Pó Tango
- Paleta de contorno e iluminação Belle Angel
- Blush Max Love

  • OLHOS
- Paleta 5 corretivos Ruby Rose
- Paleta 88 cores matte
- Quarteto para sobrancelhas Bella Femme
- Lápis duo Ruby Rose
- Caneta delineadora Avon
- Máscara para cílios Yalanni

  • LÁBIOS
- Batom Love







sábado, 16 de junho de 2018

10 casais que mudaram o mundo que viviam


O dia dos namorados passou mas ainda se sente aquela coisa do amor no ar, logo não é tarde pra fazer postagens com a temática de relacionamentos, namoro e afins. Eu adoro muito os filmes de romance ou os que tem outro gênero e possuem um casal que se forma ou aprende com os acontecimentos, creio que isso é muito importante até na vida, afinal, por melhor que seja viver romance, existem outras coisas na vida também e tudo é acréscimo. E nesse acréscimo, os indivíduos enquanto casal podem acabar mudando o mundo ao redor deles, seja com o exemplo que dão ou com algo que juntos fizeram que como indivíduos sozinhos não seria possível. Então aqui estão alguns casais que de alguma forma mudaram o mundo em que viviam.


1. Romeu e Julieta
Lógico que muitos torcem o nariz para o famoso casal de Shakeaspeare. Afinal, a história toda gira em torno de um amor impossível e eles só vêem um ao outro, sem ligar pra velha história do amor proscrito. E depois com tantas discussões de abuso, machismo e blá, blá, blá, muitos dizem que eles sequer se amavam de fato, mas era mais pela aventura. Contudo é fato que eles no momento em que se deu toda a tragédia auxiliaram seus parentes a perceberem que o ódio deles havia resultado em uma perda muito dolorosa e no fim, caindo em si, unidos pelo sofrimento conseguiram apertar as mãos numa tensa e triste paz.


2. Bella Swan e Edward Cullen - Crespúsculo
Outro casal que é bem mal visto mas que mobilizou as estruturas do lugar onde viviam. Começa que por Bela ser humana e Edward um vampiro rolava até incompatibilidade de espécies, mas isso não impediu que se apaixonassem e enfrentassem o preconceito por parte de muitos membros da família de Edward como perseguição de autoridades vampiras que acreditavam que Bela era uma ameaça ao segredo da existência dos vampiros. Quando a filha deles, Renesmeé nasceu, contrariando todas as expectativas uma vez que talvez Bela não sobrevivesse, foram até as últimas tentativas para protegê-la, atrás de outros casos como o dela para provar que a existência dela não ameaçava ninguém e que eles não deviam mais ser perseguidos.


3. R e June - Meu namorado é um zumbi
O mundo tinha sofrido um verdadeiro apocalipse. Zumbis infestavam os lugares, além dos chamados esqueléticos, que eram ainda mais ferozes e instintivos. Nesse meio, June, filha de um general durante uma caçada se depara com R, um zumbi colecionador de coisas e um grupo de zumbis que os atacou. Seu namorado acabou sendo morto por R, mas também ele ao vê-la sente algo diferente. É como um lampejo quente em seu coração que o impulsiona a proteger June e levá-la consigo. Com o tempo, R se apaixona e o sentimento até se torna recíproco, o que permite que outros zumbis ao vê-los juntos tenham também múltiplos lampejos de modo que ao final eles acabam se "curando". O ápice de tudo é quando June e R estão juntos observando o muro que separava humanos de zumbis sendo derrubado, o que significava ali um recomeço para o mundo.


4. Z e Bala - Formiguinhaz
"O rapaz se apaixona pela moça, ele muda a ordem social estabelecida..."
Z nunca foi uma formiga conformista. Não gostava de sua posição de operário, achava que havia algo além da colônia e do trabalho que executava. Em uma noite, a princesa Bala querendo quebrar as regras, escondida vai até o bar da colônia e cruza com Z. No que se atraem, Z querendo vê-la de novo, dá início a uma aventura que não somente há aprendizado para ele e ela, como para toda a colônia, a qual muda todo seu sistema. Fora o fato de que há total quebra de paradigma, uma vez que uma princesa se casa com um operário.


5. Pocahontas e John Smith
Duas pessoas diferentes de mundos diferentes que ensinaram a todos os outros. O mais interessante na história deste casal é que seus povos eram carregados de ideias pré-concebidas uns sobre os outros, não queriam abrir brechas para aprendizados mútuos, se olhavam como selvagens cada um ao seu modo e estavam pronto para começar uma matança até que Pocahontas se mete no meio, dizendo não somente que amava John mas que o caminho do ódio havia trazido eles até ali e causado tudo. Á partir desse momento, selou-se uma paz e percebeu-se que poderia haver convivência e relação pacífica entre os dois povos.


6. Ben e Ryn - Siren
Outro casal com o qual rolava incompatibilidade de espécies. Ryn era uma sereia que para resgatar sua irmã se dispôs a criar pernas, acabou indo para a terra e foi achada por Ben, um biólogo marinho. Apesar da desconfiança inicial, houve um certo encantamento por parte de ambos, se bem que na verdade, muito mais por parte dele, já que Ryn o encantou com o chamado canto da sereia. O atrito maior se dava porque os ancestrais de Ben dizimaram as sereias no passado, logo elas aprenderam que os humanos são presas, porém na busca pela irmã de Ryn, eles se aproximaram e isso permitiu que impressões fossem quebradas e se estabelecesse um vínculo. Ryn percebeu que nem todos os humanos são ruins e Ben percebe que as ações humanas como a pesca de sua cidade devem ser equilibradas para que não interfira em outras populações.


7. Lucian e Sonja - Anjos da Noite
Amores proibidos sempre são emocionantes e para os amantes de terror, um amor entre uma vampira e um lobisomem é de perder a cabeça. Começa que os lobisomens eram naturalmente escravizados pelos vampiros, forçados a usar coleiras para não se transformarem e trabalhar como animais. Nesse meio, Sonja, filha de um importante líder se apaixona por Lucian, um lobisomem muito habilidoso e forte, embora ela vivesse demonstrando superioridade com relação a ele, era somente um disfarce para a paixão que já estava lá. O amor deles e a posterior gravidez de Sonja provou que não somente era possível uma união de duas linhagens mas também pôs fim a uma falsa paz entre os povos, já que os lobisomens a partir dali se rebelaram e buscaram sua liberdade.


8. Diana e Steve - Mulher Maravilha
O mundo estava em guerra mas as amazonas estavam na mais perfeita paz em sua ilha Temíscira. Tudo muda quando Steve, um soldado aviador, consegue entrar e traz todo o horror da guerra e soldados junto. Ali Diana percebe que o mundo é bem maior do que ela imaginava e que batalhas precisam ser travadas para que o mundo seja salvo, ela sai de sua inércia como princesa e junto de Steve usa sua própria força. Daí ambos não só conseguem mudar os rumos de uma guerra mundial como também vivem um amor maduro e forte.


9. Shrek e Fiona
 Fiona é uma princesa que deveria ser beijada por um príncipe encantado e ficar linda e feliz pra sempre, contudo o príncipe não era bem o que ela esperava mas foi bastante corajoso para salvá-la e despertar nela o amor verdadeiro. Shrek achava que seu destino era permanecer só, até precisar salvar Fiona e sentir que nele foi desperto algo inesperado. Os dois não só mudaram seu mundo próprio mas mostraram a todos os outros que amor é algo poderoso demais e o mais importante, que não necessariamente é meloso, mas também cheio de amizade e risadas. Eles mudaram a concepção de que precisa ser bonito fisicamente pra ser feliz, precisa ser elegante pra se ter valores, precisa necessariamente ter um determinado tipo de corpo pra ser uma princesa ou um príncipe, ás vezes a coroa não está na cabeça mas no coração.


10. Mavis e Jonathan - Hotel Transilvânia
Dizem que quando rola o tchan não dá para esconder, mas o que nunca disseram é que esse tchan por vezes ocorre com quem menos se espera e dependendo da situação, com quem menos devia. Mavis é a filha do Conde Drácula, criada em um hotel escondido do mundo que foi construído com objetivo de proteger não só a ela mas toda a comunidade monstro dos humanos. Drácula havia tido um passado de perda por causa da perseguição humana aos monstros e acreditava que humanos eram malvados e cruéis, qual não foi sua surpresa quando Jonathan, um garoto humano encontra seu hotel sem querer e tem o tchan justamente com sua filha. Ao perceber que não poderia fazer nada contra esse sentimento, uma vez que Mavis ficaria infeliz sem Jonathan, Drácula se dispôs a ajudar os dois e acabou também descobrindo que os humanos não eram mais os perseguidores que ele achava que eram e venceu sua aversão, tanto que teve um neto fruto do amor de sua filha vampira com um humano.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Maquiagem Inspirada nos Sete Anões - Zangado


Finalmente lançado o segundo vídeo de maquiagem inspirada nos Sete Anões! Dessa vez inspirado no meu anão favorito, Zangado. Ele não gostou muito da Branca de Neve de início, mas depois arrisco a dizer que se tornou o que mais gostou dela e ela dele. O resultado final ficou muito bom e inclusive dá pra usar até no dia a dia. Espero que curtam!







domingo, 10 de junho de 2018

Coisas para fazer no Dia dos Namorados se está solteiro






Com a proximidade do Dia dos Namorados, muitos ficam bem empolgados e buscando inúmeras opções de presentes e programações para os parceiros e curtirem os momentos a dois. 

O ponto é que no meio desse bolo todo existem aqueles que estão solteiros seja porque não acharam ninguém ainda que os atraia, seja por escolha própria, seja por outras prioridades. Há aqueles que se sentem mal com isso, se sentem em desvantagem outros permanecem bem com sua escolha de não ter ninguém.

É importante frisar que estar sozinho ou solteiro se preferir essa nomenclatura, é bem diferente de ser solitário. Algumas pessoas até se sentem solitárias mas expressam isso de diferentes formas. Cabe ressaltar que muitos ao se sentirem solitários tendem a criticar ou querer ridicularizar o relacionamento alheio. Só lembrando que jogar energia negativa no outro não vai de forma nenhuma trazer alguém especial a você e tão pouco fazer de você alguém mais atrativo, mas gerar o efeito contrário, afinal é mais fácil pessoas serem atraídas por mel do que por vinagre. Mas se por acaso está solteiro, super bem com isso, não se sente solitário mas quiser comemorar de alguma forma a data, existem algumas dicas para passar o Dia dos Namorados ainda muito melhor consigo mesmo, por conclusão, aliás, o melhor caminho para se estar pronto pra conviver com quem quer que seja é curtir em primeiro lugar sua própria companhia e gostar dela primeiramente, é se olhar no espelho e dizer: você é legal pra caramba.


1. Compre um presente para si mesmo
Uma das coisas mais legais de quando a gente fica independente é poder comprar coisas quando quiser e do jeito que quiser, logo uma dica muito legal é comprar algo pra si mesmo. Pode ser algo que você precise, algo que simplesmente goste, algo pra fazer bem ao seu ego. Aproveite as promoções, compre algo que seja bonito aos seus olhos, que faça você se sentir bem, vale qualquer coisa que faça você se sentir incrível.

2. Saia para comer
Embora o Dia dos Namorados seja uma data em que comer seja quase sempre a dois, comer ainda é uma coisa que desperta extremo prazer, mesmo sendo com amigos ou sozinho mesmo. Mesmo que muitos saiam para comer em restaurantes, nada impede de comer em qualquer local cuja comida seja saborosa. Uma das maiores libertações que tive foi uma vez que fui comer sushi sozinha, todos estavam em festas e happy hours que eu não curtia e como não havia ninguém pra ir comigo, tinha o dinheiro e a vontade, daí fui e foi muito bom. Saia para comer sua comida favorita e aproveite sua companhia e o prazer de uma boa refeição.

3. Se não sair ou não quiser sair para comer algo, cozinhe.
Muitos até não gostam de cozinhar, mas para aqueles que gostam uma ótima dica é pegar algo que você curte comer ou algo que quer experimentar e fazer. Cozinhar é uma atividade que não só dá um prazer pelo processo, mas também pela recompensa ao final dele, você vai poder curtir sua comida assistindo um filme ou somente sentindo o prazer de comer algo incrível que você mesmo fez.

4. Dê-se um tempo
Vá ao cinema ver aquele filme que queria a tempos, sente e leia o livro que está estacionado e você quer saber como termina, sabe aquelas roupas que você queria usar mas estava guardando pra uma ocasião? Use-as agora e vá dar uma volta, ou experimente-as para tirar fotos legais, se dê ao luxo de fazer algo exclusivamente pra você e que talvez pareça que nunca tenha tempo. 

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Cancerious fala: Tour pelo quarto!


Recebi outra sugestão de uma inscrita, a Alane Julia para fazer um tour pela casa, eu modifiquei um pouco e resolvi fazer um tour pelo quarto. Quem viu os vídeos do ano passado, mais precisamente nos vídeos de maquiagem das Tartarugas Ninja sabe que o quarto foi todo reformado, o que incluiu colocar prateleiras pra comportar todas as coisas que precisava colocar nelas. Creio que você precisa não só se cercar de pessoas brilhantes, como sempre é incentivado a fazer mas também se cercar de coisas brilhantes, coisas bonitas, que representem você. Creio que é sempre confiável aquele que quando chegamos na casa ou no quarto vemos logo que tipo de pessoa é, pois suas coisas refletem isso, seja em objetos ou retratos, dá pra notar bastante da personalidade da pessoa assim. Espero que curtam!